Viajante: Hey! What's up?
Observadora: Que suuussstoo!
Viajante: Rsrs. Sorry.
Observadora: E agora você só fala inglês, é?
Viajante: Rsrs. Não, eu tento fazer isso e faço muito mal.
Observadora: Rsrsrs
Viajante: Então, como andas?
Observadora: Bem...
Viajante: Aham... sei.
Observadora: Você sempre percebe, né?
Viajante: Eu dou meu melhor pra isso...
Observadora: Bem.. as vezes eu acho que eu faço burrice de mais, sabe?
Viajante: Bem vinda ao nosso mundo.
Observadora: Não, entenda, por causa dessas burrices eu sinto dor.
Viajante: Como assim?
Observadora: Bem, digamos que por mal entendidos eu acabo falando algumas coisas na hora errada, e por causa desse novo mal entendido, as pessoas se afastam de mim.
Viajante: Ah... hã? Não entendo como alguem pode se afastar de você.
Observadora: Que? Não entende? Eu sou a pessoa mais despresível. Sarcástica, chata, amarga e nada simpática.
Viajante: Tenho que te dizer quantas vezes que você é incrivel?
Observadora: Você não me conhece direito, você só me encontra casualmente.
Viajante: É verdade, mas eu não sou dessas pessoas linha dura que dizem que confiança demora anos para se formar e segundos para desaparecer.
Observadora: Bobo, está sendo muito rapido.
Viajante: Enfim, o que eu quero dizer é que não acredito que alguem se afastaria por causa desse seu jeito, você ama e se preocupa com os outros, isso que importa. E mesmo que eu não te conhecesse, não bastaria mais nada para mim, apenas por você ter apontados e admitido seus proprios erros, eu já tenho motivos de sobra pra confiar em você. Errar é humano, todo mundo erra, mas admitir esser erros é um feito de poucos.
Observadora: Você vai mesmo tomar meu trabalho, não é?
Viajante: Eu só faço isso com você, eu acho...
Observadora: Mas de que adianta agora? Essas minhas atitudes causaram dor a outras pessoas, eu me sinto um lixo...
Viajante: Tenho certeza de que não é nada que não possa ser resol- você está chorando?
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